Faz pouco mais de um ano que estou envolvida no mundo blogger. Confesso que fiquei maravilhada com as possibilidades, mesmo que pareça não ser muitas, em uma plataforma gratuita. Quem entra nesse mundo da programação, sabe que pra tudo, ou quase tudo, tem um jeito, tem um tutorial, basta pesquisar. Foi assim que conheci a Elaine Gaspareto. Ela realmente é incrível, dessas que você gosta só da generosidade de compartilhar o que sabe.
Esses dias, procurando um tutorial de como inserir o Pintrest no blogger encontrei ela de novo. Gosto de navegar nos sites e conferir o que mais cada um tem a oferecer, porém o dela tem muito conteúdo (são anos de experiência) então, focava mais naquilo que me interessava e não me aprofundei em outras questões, com exceção desse dia.
Passando o mouse na tela, fui à aba "saiba mais", de lá me atentei à sub aba "textos pessoais". Creio que eram nos anos 90 que tinha uma série juvenil onde um adolescente retratava sua vida em um blog, bem simples, e a internet era discada. Foi um boom de blogs pessoais, os diários viraram digitais e parece que, com o passar dos anos e as redes sociais, a coisa banalizou. Não sei, acho que a exposição em demasia nos fez fechar mais e fazer com que mostrássemos somente aquilo que fosse conveniente, perdeu-se a espontaneidade para a venda de terapias e livros de auto ajuda.
Fato é que, quem faz blog pessoal, mesmo que para fazer testes, ou construir uma vitrine de seus dotes ou trabalho, tem algum momento uma vontade danada de mandar tudo às favas, bater uma real mesmo. Para minha alegria a Elaine faz isso. Nos conta como estão seus sentimentos naquele momento em que está escrevendo e nos agracia com um pouco mais da pessoa excepcional que ela é.
Infelizmente, no dia em que descobri isso, haviam se passado três dias da sua última postagem. E a vida não estava nada bem para ela. Chorei muito ao ler o relato da jornada dela e do marido e ainda admirada com a força dessa mulher. Fiquei também muito comovida com os comentários de apoio ao momento delicado que ela passa por parte de amigos e pessoas como eu, que a conhecem de seu trabalho na internet.
Tem um tempo que, em conversas com meu marido, falo pra ele que o mundo precisa de mais empatia, para me zoar um pouco, ele sempre fala que a minha palavra do momento é empatia. A Elaine ao se desnudar em palavras, como o faz em seus textos pessoais, nos dá a possibilidade de ser empáticos à ela. Queremos abraçá-la, chorar junto, ajudar de alguma forma... No fim, é ela quem nos ajuda, mostrando que todos temos nossas lutas, inseguranças, medos, alegrias e tudo isso de forma sincera sem pretensões a não ser a de desabafar.
Meu marido é jornalista. É editor de esportes em um jornal aqui em Campo Grande-MS e também tem seu blog pessoal. Acho incrível que ele tem essa destreza de escrever o que sente e ainda mesclar com fatos noticiosos, política, cultura pop e esportes, é claro. Realmente ele é ótimo nisso. Mas o jeito franco que a Elaine Gaspareto escreve em seu site, ali nos textos pessoais, me tocou de forma profunda, como se eu estivesse conversando com minhas melhores amigas e, nessa hora, senti falta não só de ler mas também escrever mais sobre a vida, assim, como ela é. Faz um bem danado saber que tem pessoas que passam pelo mesmo que você e que você pode ser reconhecida na vida de alguém. Quem sabe?!
Li muitos textos pessoais dela nessa tarde, deixando aquela última postagem para o final. O li e, ao fim, respirei fundo, imaginando que foi isso o que ela fez também... Força, Elaine.
O site da Elaine Gaspareto é o https://www.elainegaspareto.com/
E a postagem que menciono no texto acima está no link a seguir:
https://www.elainegaspareto.com/2019/11/ate-o-fim-do-fim-do-tempo.html
Esses dias, procurando um tutorial de como inserir o Pintrest no blogger encontrei ela de novo. Gosto de navegar nos sites e conferir o que mais cada um tem a oferecer, porém o dela tem muito conteúdo (são anos de experiência) então, focava mais naquilo que me interessava e não me aprofundei em outras questões, com exceção desse dia.
Passando o mouse na tela, fui à aba "saiba mais", de lá me atentei à sub aba "textos pessoais". Creio que eram nos anos 90 que tinha uma série juvenil onde um adolescente retratava sua vida em um blog, bem simples, e a internet era discada. Foi um boom de blogs pessoais, os diários viraram digitais e parece que, com o passar dos anos e as redes sociais, a coisa banalizou. Não sei, acho que a exposição em demasia nos fez fechar mais e fazer com que mostrássemos somente aquilo que fosse conveniente, perdeu-se a espontaneidade para a venda de terapias e livros de auto ajuda.
Fato é que, quem faz blog pessoal, mesmo que para fazer testes, ou construir uma vitrine de seus dotes ou trabalho, tem algum momento uma vontade danada de mandar tudo às favas, bater uma real mesmo. Para minha alegria a Elaine faz isso. Nos conta como estão seus sentimentos naquele momento em que está escrevendo e nos agracia com um pouco mais da pessoa excepcional que ela é.
Infelizmente, no dia em que descobri isso, haviam se passado três dias da sua última postagem. E a vida não estava nada bem para ela. Chorei muito ao ler o relato da jornada dela e do marido e ainda admirada com a força dessa mulher. Fiquei também muito comovida com os comentários de apoio ao momento delicado que ela passa por parte de amigos e pessoas como eu, que a conhecem de seu trabalho na internet.
Tem um tempo que, em conversas com meu marido, falo pra ele que o mundo precisa de mais empatia, para me zoar um pouco, ele sempre fala que a minha palavra do momento é empatia. A Elaine ao se desnudar em palavras, como o faz em seus textos pessoais, nos dá a possibilidade de ser empáticos à ela. Queremos abraçá-la, chorar junto, ajudar de alguma forma... No fim, é ela quem nos ajuda, mostrando que todos temos nossas lutas, inseguranças, medos, alegrias e tudo isso de forma sincera sem pretensões a não ser a de desabafar.
Meu marido é jornalista. É editor de esportes em um jornal aqui em Campo Grande-MS e também tem seu blog pessoal. Acho incrível que ele tem essa destreza de escrever o que sente e ainda mesclar com fatos noticiosos, política, cultura pop e esportes, é claro. Realmente ele é ótimo nisso. Mas o jeito franco que a Elaine Gaspareto escreve em seu site, ali nos textos pessoais, me tocou de forma profunda, como se eu estivesse conversando com minhas melhores amigas e, nessa hora, senti falta não só de ler mas também escrever mais sobre a vida, assim, como ela é. Faz um bem danado saber que tem pessoas que passam pelo mesmo que você e que você pode ser reconhecida na vida de alguém. Quem sabe?!
Li muitos textos pessoais dela nessa tarde, deixando aquela última postagem para o final. O li e, ao fim, respirei fundo, imaginando que foi isso o que ela fez também... Força, Elaine.
O site da Elaine Gaspareto é o https://www.elainegaspareto.com/
E a postagem que menciono no texto acima está no link a seguir:
https://www.elainegaspareto.com/2019/11/ate-o-fim-do-fim-do-tempo.html
